TOURISME RURAL - Dão - Lafões - Portugal - Maison Rustique, Hébérgement, Maison de campagne, Villes et Villages du Portugal, appartement, vacances TOURISME RURAL - Dão - Lafões - Portugal - Maison Rustique, Hébérgement, Maison de campagne, Villes et Villages du Portugal, appartement, vacances TOURISME RURAL - Dão - Lafões - Portugal - Maison Rustique, Hébérgement, Maison de campagne, Villes et Villages du Portugal, appartement, vacances
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VOUZELA

Vouzela é a porta de entrada da região do Caramulo , no coração das terras de Lafões e Vale do Vouga associado às alturas recortadas das serranias onde domina a Gralheira . Vouzela é dos concelhos mais encantadores e surpreendentes do distrito, marcando lugar em todas as rotas ou percursos turísticos da região.

Com uma área aproximada de 189 quilómetros quadrados, reúne doze freguesias: Alcofra, Cambra, Campia, Carvalhal de Vermilhas, Fataunços, Figueiredo das Donas, Fornelo do Monte, Paços de Vilharigues, Queirã, S. Miguel do Mato, Ventosa e Vouzela.
Encontra-se suficientemente comprovado o povoamento da região em épocas anteriores à romanização. Paços de Vilharigues é, historicamente, localidade importante do concelho, cuja torre senhorial (paço do séc. XIII) pertenceu à família dos Almeidas com ligação ao herói do Toro (Duarte de Almeida, o “Decepado”) que a herdou de seu pai.
Se o vouzelense tem no milho e no vinho as suas principais produções, o caramulano (da serra) dedica-se à pastorícia do gado arouquês cujas crias fornecem a afamada vitela de Lafões, legenda das mais saborosas da gastronomia nacional.
Na rota dos mais famosos solares e igrejas da Beira, o concelho dispõe de itinerário monumental interessante, como a Casa dos Teles, o pelourinho, antigas casas da Câmara e cadeia (Praça da República); a igreja matriz, belo templo monástico (séc. XII-XIII), monumento nacional; Capela de S. Fregil, Igreja da Misericórdia, casa dos Távoras, Fonte da Nogueira, Igreja Matriz de Campia (séc. XVIII), no género, uma das mais interessantes da região, e Capela do Carvalhal do Estanho (Figueiredo das Donas).
As festas da vila ou Festas do Castelo (Nossa Senhora da Esperança) têm ponto alto a 15 de Agosto, considerada a maior romaria de Lafões, têm como principal atractivo o festival nocturno (danças e cantares) e fogo-de-artifício.
A feira mensal, criada por D. Dinis em 1307, mantém-se, e recebeu honrosa visita de D. Manuel que lhe concedeu vários privilégios (1 de Março de 1514). A considerar igualmente as feiras mensais da Queirã e da Brega (Alcofra), na terceira quinta-feira e primeira segunda-feira, respectivamente.

 

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SÃO PEDRO DO SUL

  Abrangendo uma área aproximada de 373 quilómetros quadrados, o concelho de S. Pedro do Sul engloba dezanove freguesias: Baiões, Bordonhos, Candal, Carvalhais, Covas do Rio, Figueiredo de Alva, Manhouce, Pindelo dos Milagres, Pinho, Santa Cruz da Trapa, S. Cristóvão de Lafões, S. Félix, S. Martinho das Moitas, S. Pedro do Sul, Serrazes, Sul, Valadares, Várzea e Vila Maior.
Na confluência do rio Sul com o Vouga, a sede do concelho tornou-se refúgio predilecto dos que procuram, na época balnear, tranquilidade, saúde e bons ares.
Situada em zona privilegiada (na margem direita do Vouga), a estância termal teve origem no “balneum” romano, inicialmente conhecida por Caldas de Lafões e Caldas da Rainha D. Amélia (até 1910), por decreto régio de 1895. Com o mais moderno balneário do País, as águas são especialmente indicadas para tratamentos de reumatismos em geral, afecções das vias respiratórias e alguns tipos de dermatoses.
O concelho possui acervo invejável quanto a património construído, destacando-se — para além do mais alto edifício romano da Península, nas Termas —, a Igreja do Convento de S. José, com claustro seiscentista de dois pisos (anterior ao templo); a residência solarenga dos Correias de Lacerda (frente à matriz); o solar do marquês de Reriz; a Igreja de Santo António (Misericórdia); o castro de Cárcoda, a poente da serra de Arada (Carvalhais); a ponte romana de Manhouce; ou as ruínas do Convento de S. Cristóvão, do século XII. A “Pedra Escrita” de Serrazes é considerado exemplar dos mais importantes da arte rupestre do País.
Neste formoso Vale do Vouga , que já teve por nome Lafões , há como que uma predestinação única para um turismo inteligente e de excepcional qualidade.
As termas estão dotadas de tudo: piscinas, praia fluvial, espaços de animação cultural . Pelos arredores, não faltam motivos atractivos para circuitos turísticos , desde a ruralidade típica das aldeias, às maravilhosas e abrangentes paisagens da Gralheira, de S. Macário, da Coelheira e de Manhouce, até a uma preciosa gastronomia, onde a vitela e o cabrito, ambos com arroz de forno e acompanhados por um delicioso vinho de Lafões, fazem as delícias de qualquer mortal.

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